Médiuns umbandista.

PERGUNTA: – Parece-nos que nos médiuns umbandistas
os assédios são ininterruptos, como se tivessem que estar
sempre prontos para serem atacados pelos magos negros
e suas organizações a qualquer momento. Isso é
verdadeiro?



RAMATIS: – Por atuarem diretamente no Umbral Inferior,
situação que se intensifica neste início de Terceiro
Milênio, pela necessidade urgente de higienização da
psicosfera terrícola, os revides, perseguições e assédios
das Sombras são costumeiros. Sendo assim, fica a
impressão de que os aparelhos umbandistas são
costumeiramente atacados, situação que é verdadeira, o que não quer dizer que não haja
proteção aos abnegados trabalhadores que se entregam à passividade mediúnica nos terreiros.
As características de trabalho dos médiuns da Umbanda exigem contínua cobertura vibratória
das falanges protetoras do lado de cá. Os “confrontos” e as “demandas” contra as organizações
das trevas são costumeiras, já que a Justiça Divina se movimenta arduamente para as remoções
de comunidades do além-túmulo cristalizadas no mal, nesta Nova Era.
Por absoluta falta de canais mediúnicos em outras egrégoras espiritualistas da Terra –
tristemente verificamos a diminuição e até a completa desativação de trabalhos desobsessivos e
de manifestação, pela psicofonia, de espíritos sofredores – cada vez mais os espíritos benfeitores
do Astral Superior utilizam os medianeiros da Umbanda e da Apometria.
Para a Espiritualidade, entretanto, vossa nomenclatura pouco importa. Preocupamo-nos com
a tarefa a ser realizada, assim como procedia o Cristo-Jesus na sua estada entre vós.

Jardim dos Orixás
Ramatis
Norberto Peixoto.

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